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Volta às aulas presenciais será opcional às famílias no RS

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O retorno às aulas presenciais em cidades com bandeira preta e com o sistema de cogestão será opcional às famílias no Rio Grande do Sul. De acordo com a secretária de Educação, Raquel Teixeira, as atividades seguirão de forma online para as famílias que optarem por este formato. Na noite de quinta-feira, o governador Eduardo Leite publicou um decreto que permite o avanço para a volta das aulas presenciais no Ensino Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Desta forma, a partir de segunda-feira os alunos desses níveis poderão voltar às escolas.

 

“As escolas estarão abertas para acolher principalmente aqueles pais que trabalham e não têm onde deixar os filhos, esses serão os prioritários”, frisou Raquel Teixeira. Segundo ela, em torno de 125 mil alunos no Estado frequentam a educação infantil e o 1º e o 2º ano do Ensino Fundamental. Além disso, a secretária disse que os professores que pertencem a grupos de risco por conta da Covid-19 estarão preservados em casa e que profissionais temporários devem ser contratados.

 

“Estamos fazendo um trabalho reforçado na Secretaria para garantir as melhores condições em todas as escolas que estarão abertas na semana que vem”, destacou, complementando que todas as escolas devem enviar um plano de contingenciamento para essa retomada. “Esse plano é enviado por cada escola e será monitorado para garantir que haja toda essa estrutura pensada para garantir a redução do risco”, detalhou.

 

O governador considera muito importante que as aulas possam voltar presencialmente no Estado, seguindo os protocolos e também o sistema híbrido. “Colocamos a educação também no modelo da cogestão o que significa que, embora o Estado esteja em bandeira preta, os municípios podem aplicar as regras da bandeira vermelha com a previsão de poder fazer as aulas presenciais para educação infantil e 1º e 2º ano da alfabetização, das séries iniciais, é muito importante que elas possam voltar e está autorizado a partir de segunda-feira”, assinalou.

 

Segundo ele, se os protocolos como distanciamento entre as classes, ventilação, uso de máscara e de álcool em gel, forem atendidos, os riscos são muito pequenos. “Não posso querer pensar que saúde é só não ter coronavírus e acarretar outros problemas de saúde graves, para essas crianças, de desenvolvimento e por isso o Estado avança buscando retorno da educação presencial”, afirmou.

 

 

Fonte: Correio do Povo

 

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